terça-feira, 27 de julho de 2010
ANJO
Preciso de você...
Com toda a minha força
Com todo o meu desejo
Com toda a minha alma
Nos meus dias
Nos meus sonhos
Nos meus pensamentos
Diante da minha incapacidade
Em torno da minha impotência
E na inevitável distância
Na vontade do toque
Na espera do beijo
Na expectativa do cheiro
Mas na certeza do encontro
Na sensibilidade da melodia
Nas profundezas do meu espírito...
terça-feira, 20 de julho de 2010
ESTILO BARROCO
Barroco foi o nome dado ao estilo artístico que floresceu na Europa, América e em alguns pontos do Oriente entre o início do século XVII e meados do século XVIII. De certa forma o Barroco foi uma continuação natural do Renascimento, porque ambos os movimentos compartilharam de um profundo interesse pela arte da Antiguidade clássica, com a diferença de a interpretarem e expressarem esse interesse de formas diferentes. Enquanto no Renascimento as qualidades de moderação, economia formal, austeridade, equilíbrio e harmonia eram as mais buscadas, o tratamento barroco de temas idênticos mostrava maior dinamismo, contrastes mais fortes, maior dramaticidade, exuberância e realismo e uma tendência ao decorativo, além de manifestar uma tensão entre o gosto pela materialidade opulenta e as demandas de uma vida espiritual. Mas nem sempre estas características são evidentes, e houve uma grande variedade de abordagens estilísticas que foram englobadas sob essa denominação, com certas escolas mais próximas do classicismo renascentista e outras mais afastadas dele. As mudanças introduzidas pelo espírito barroco se originaram, pois, de um profundo respeito pelas conquistas das gerações anteriores, e de um desejo de superá-las com a criação de obras originais.
SUELY CALDAS SCHUBERT
Suely Caldas Schubert nasceu em Carangola, MG. Desde jovem, dedica-se às atividades espíritas, especialmente no âmbito da mediunidade e da divulgação do Espiritismo. Autora de nove livros, é também conhecida expositora, tendo realizado dezenas de palestras no Brasil e no exterior.
Pela Editora da Federação Espírita Brasileira lançou seus dois primeiros livros – Obsessão/Desobsessão: Profilaxia e Terapêutica (1981) e Testemunhos de Chico Xavier (1986).
Outros livros de sua autoria são: O Semeador de Estrelas (1989), Ante os Tempos Novos (1996), ambos pela Editora LEAL; Mediunidade: Caminho para ser Feliz (1999), pela Editora Didier; e Transtornos Mentais (2001), pela Minas Editora.
Suely fará uma palestra em Itapecerica, dia 29 de julho no Centro Cultural às 20:00 horas.
domingo, 18 de julho de 2010
PSEUDO VALORES
A hipocrisia impera!
A omissão domina!
A mentira garante!
Horrores da sociedade
em uma sequência de desvalores...,
Caráteres maculados pela inconstância
de atitudes e falta de princípios
de dolorosa significância...
Lágrimas ante às ruínas mercenárias
com profundas cicatrizes abortivas
de honestidade e honradez...
Hierarquia cruel e subjugadora
que no tardar será dizimada
no gentil regaço do inevitável destino.
terça-feira, 6 de julho de 2010
"Nossos movimentos de vida dependem da sintonia que conquistamos entre a realidade a nossa volta, o que realmente somos e a comunhão com as forças que sustentam o Universo.
Livros, artigos e reportagens de auto-ajuda, instituições esotéricas, religiosas e filosóficas, práticas marciais e tecnologias avançadas, tem sido a grande busca do homem e mulher modernos, por uma melhor condição e qualidade de vida pessoal e social.
Dos incontestáveis conhecimentos milenares às mais recentes descobertas cientificas, uma combinação inovadora possibilitando rumos mais coerentes à civilização humana e seu ambiente para a proxima década, surge o Sistema Biodanza.
Criado pelo médico e antropólogo chileno Rolando Toro nos oferece um método surpreendente, que integra, através de ritmos e melodias, consciência e movimento, ciência e poesia.
Recria, em sala de "aula", as condições necessárias à uma reeducação pessoal baseada em principios biocêntricos,extraídas dos conhecimentos e práticas milenares da cultura oriental harmonizadas às mais avançadas descobertas da cultura ocidental, possibilitando a integração e o fortalecimento da própria identidade, a manifestação sadia da personalidade, a realização dos sonhos vitais e viver a liberdade e a alegria de sermos o que realmente somos.
Passar pela vida e imprimir seu traço afetivo, criativo, transcendente, enfim deixar sua marca, mais do que nos sentirmos dominados por frustrações e pelo adoecer, podemos sim, ser verdadeiros e experimentar a alegria de um estilo de vida pleno de vitalidade e entusiasmo e resgatar a convicção de que o amor e a felicidade são talentos primordiais do ser humano."
Livros, artigos e reportagens de auto-ajuda, instituições esotéricas, religiosas e filosóficas, práticas marciais e tecnologias avançadas, tem sido a grande busca do homem e mulher modernos, por uma melhor condição e qualidade de vida pessoal e social.
Dos incontestáveis conhecimentos milenares às mais recentes descobertas cientificas, uma combinação inovadora possibilitando rumos mais coerentes à civilização humana e seu ambiente para a proxima década, surge o Sistema Biodanza.
Criado pelo médico e antropólogo chileno Rolando Toro nos oferece um método surpreendente, que integra, através de ritmos e melodias, consciência e movimento, ciência e poesia.
Recria, em sala de "aula", as condições necessárias à uma reeducação pessoal baseada em principios biocêntricos,extraídas dos conhecimentos e práticas milenares da cultura oriental harmonizadas às mais avançadas descobertas da cultura ocidental, possibilitando a integração e o fortalecimento da própria identidade, a manifestação sadia da personalidade, a realização dos sonhos vitais e viver a liberdade e a alegria de sermos o que realmente somos.
Passar pela vida e imprimir seu traço afetivo, criativo, transcendente, enfim deixar sua marca, mais do que nos sentirmos dominados por frustrações e pelo adoecer, podemos sim, ser verdadeiros e experimentar a alegria de um estilo de vida pleno de vitalidade e entusiasmo e resgatar a convicção de que o amor e a felicidade são talentos primordiais do ser humano."
Fernando Bonvino
O que é - Porque é tão atual - como é na prática - efeitos, pelo facilitador Fernando Bonvino
( formado pela Escola Paulista de Biodanza/IBF- Institute Biocentric Foundation)
sábado, 19 de junho de 2010
Sinopse
A direção do filme é de Jean-Marc Vallée (C.R.A.Z.Y.) e o roteiro de Julian Fellowes reúne a juventude de Victoria e os primeiros anos do seu reinado.
Curiosidade: Victoria foi coroada em 1837 e governou até 1901 o maior império que o mundo já conheceu. Ela casou-se com Albert, seu grande amor, ao contrário de muitos monarcas.
Retrato
"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?"
"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?"
Cecília Meireles
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Onde encontrar
Procuro a melodia,
a nota que se perdeu...
Onde estará?
No estrondo, no olhar,
no sorriso, no grito...
Talvez na gentileza, no cuidado,
na intimidade...
Escondida no vácuo, no pranto...
Nas velas, cores, dores...
Procuro ainda na distância, nas águas, nas ruas...
Talvez eu a encontre na angústia, no remorso,
nas lembranças...
Onde? Quando?
Como terminarei minha melodia da vida?
No derradeiro leito? Na imobilidade da morte?
Na imortalidade da alma? Ou na aceitação da vida?
Encontrarei... aí sim tudo fará sentido...
Então tocarei... e chorarei!!
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Mitologia grega:. A raça de homens que vive hoje aparece então na Grécia. Dizem ser os homens de ferro. Então, basicamente, a história da degeneração veio para a era presente, onde realmente aparece um equilíbrio nessas visões variadas das coisas importantes da vida para os gregos, mais especificamente nossas atitudes perante os deuses e nossas atitudes perante a guerra (e a luta por sua cidade-estado e como podemos ou não conviver bem com o outro).
Família
Vocês são minha luz,
minha missão, meu trunfo, meu porto
Volto sempre prá vocês
na infinidade do meu amor
na amplitude do meu apego
nas minhas entranhas e no meu padecer
Pedaços de mim que perduram, que fluem,
que geram...
Que cuido, protejo e liberto
Amor que sofre, omite, permite,
insiste, doa.
Vivo por, com, em
minha razão, minha existência,
minha carne...
Doce sofrer em uma abnegada dor
de uma cruel felicidade, com profunda saudade
e um inegável amor!
terça-feira, 1 de junho de 2010
O PERFUME
A HISTÓRIA DE UM ASSASSINO
Sinopse: Esta estranha história passa-se no século XVIII e é fruto de um extraordinário trabalho de reconstituição histórica que consegue captar plenamente os ambientes da época tal como as mentalidades. O protagonista é um artesão especializado no ofício de perfumista, e essa arte constitui para ele – nascido no meio dos nauseabundos odores de um mercado de rua – uma alquímica busca do Absoluto. O perfume supremo será para ele uma forma de alcançar o Belo e, nessa demanda nada o detém, nem mesmo os crimes mais hediondos, que fazem dele um ser monstruoso aos nossos olhos. Jean-Baptiste Grenouille possui no entanto uma incorrupta pureza que exerce um forte fascínio sobre o leitor.
Vinte e poucos
Aprendi que o cabelo cresce e que meu sorriso pode ser mais verdadeiro.
Que amigos sinceros existem há mais de dez anos.
Aventurei-me por seis meses e aprendi muito mais do que havia visto em filmes, livros e versos...
Curei-me de um amor longo e ganhei amores curtos e intensos
Curei-me de amores passageiros e amei-me.
Mudei as cores e pós que carregava no rosto.
Insisti no sonho agudo e dramático e conheci pessoas de almas lindas.
Insisti na prática e aprendi que almas lindas também machucam as outras, mesmo sem querer...
Conheci mil sons, personalidades, crenças, doenças do corpo e do espírito
Lembrei-me dos poucos anos e desisti de trocá-los pelos vinte e poucos que jamais serão trocados pelos trinta, quarenta, cinquenta, sessenta...
Formas de amor não tem sexo, idade, só têm perdão e essa forma não é simétrica para quem não conhece, mas a mais linda para quem a faz...
A saudade é o que ainda não aconteceu, e que em algum lugar do trajeto será transformada em lembranças e talvez em presença...
Lilly Penha
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Incapacidade
Na insignificância do meu ser, exalto os vestígios seculares em que baseio minha modesta existência...
Procuro os embalos dos sonhos, encarando os meus demônios entre as farpas do esquecimento...
Busco a superação da angústia nos braços da esperança, lutando contra a ensurdecedora certeza da loucura...
Minha mente esvoaça à distância na incapacidade cruel em que as limitações da força me propiciam uma resignação da alma...
Em um esforço supremo para enfrentar os perigos e golpear o pranto...
Pranto repentino que arruína a máscara de indiferença e pune o orgulho bárbaro e incapaz...
Reminiscências ficam dessas decisões dolorosas e valorosas em um universo onde o sofrimento aplaude a dor e exalta a escuridão!
Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo
quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando
melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro
antes, durante e depois de te encontrar.
Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência.
quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando
melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro
antes, durante e depois de te encontrar.
Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência.
Martha Medeiros
Chico Xavier é uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium Chico Xavier, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Vida conturbada, com lutas e amor. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Fenômeno? Fraude? Os Espíritos existem? Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.” Para mim...um exemplo!
Roteiro de Bernstein, baseado na obra de Marcel Souto Maior “As Vidas de Chico Xavier”
Dante relata sua viagem pelos três reinos do outro mundo: o Inferno, o vale doloroso onde termina o ser humano a partir do momento que ele se recusa a seguir a "verdadeira via", a da razão e da virtude. O Purgatório, montanha alta e escarpada, que se eleva do grande oceano do hemisfério inferior e o Paraíso, onde a beatitude é descrita e representada. A Divina Comédia é antes de mais nada, um testemunho de uma época no qual o homem deveria viver em conformidade e harmonia com a vontade divina.
Ópera La Traviata
O amor dramático da dama Violetta Valéry e do aristocrata Alfredo Germont traz a ópera do italiano Giuseppe Verdi em BH. Com La Traviata ou A transviada, a Fundação Clóvis Salgado abre a Temporada de Óperas 2010 no Grande Teatro do Palácio das Artes. Para dar vida à história do século XIX, entram em cena a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais o Coral Lírico de Minas Gerais e solistas convidados.
Os ingressos variam de R$10 A R$50 e a R$5 está sendo vendido o encarte da obra, que tem à frente o maestro paulista Roberto Tibiriçá. Ouça aqui alguns trechos da apresentação.
O quê: Ópera La Traviata
Onde : Belo Horizonte – Palácio das Artes
Quando : 18, 22, 23, 25, 26 e 27 de maio – confira os horários no site.
Onde : Belo Horizonte – Palácio das Artes
Quando : 18, 22, 23, 25, 26 e 27 de maio – confira os horários no site.
domingo, 23 de maio de 2010
Realidade
A existência da angústia
sufoca a alegria do viver
e pune o coração
Avança na intimidade da dor
e produz a ira gigantesca
que corrói a alma
O peso da incerteza
e o clamor do remorso se reúnem
em acordes imperfeitos e conduzem à queda
O erguer é árduo, dorido, mas inevitável
O Ser continua a vencer
tomba, verga, cai
Na escuridão inspira a esperança
e o esquecimento
alcança a borda e se ergue para a luta
combate, abate, recua
vence, desmorona e volta a lutar.
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